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BRINCAR à MANEIRA DINAMARQUESA

Iben Dissing Sandahl  

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Excerto

Prefácio

Quando Pais à Maneira Dinamarquesa[1] foi lançado, não estava de todo preparada para a extraordinária viagem que este livro iria desencadear tanto para mim como para a minha obra. Imagino que é o que sente uma lagarta quando abre as asas pela primeira vez e começa a sua viagem como borboleta.Todos os dias sinto-me honrada com cada novo leitor que se junta ao meu público. Estou grata por o fenómeno de À Maneira Dinamarquesa ser algo que os leitores adoptaram no seu estilo de vida, quer nos sistemas familiares, institucionais ou educativos. Isso aumentou a minha curiosidade por explorar outras formas de vida e deu-me coragem para partilhar ainda mais os meus valores pessoais e profissionais em termos de parentalidade.

Na esteira do meu livro anterior, Pais à Maneira Dinamarquesa, foram tantos os pedidos que seria indelicado da minha parte não abordar as questões levantadas a propósito da brincadeira. A ideia de escrever algo sobre «brincar» adveio de todos vós. Esta é a minha resposta e, para mim, é importante destacar que, enquanto dinamarquesa, mãe, professora e psicoterapeuta, este livro é uma extensão da minha perspectiva pessoal e profissional sobre brincar. É uma introdução quanto à forma de usar a brincadeira na vida quotidiana.

«Adoptar a brincadeira livre e não estruturada, dentro de um enquadramento adequado, tem um grande potencial para criar crianças felizes, equilibradas e resilientes.»

Enquanto uma pessoa que acredita na importância de criar crianças equilibradas, resilientes e saudáveis, considero importante divulgar a mensagem do potencial da brincadeira. Acredito que a brincadeira livre e não estruturada, dentro de um enquadramento adequado, tem um grande potencial para criar crianças felizes, equilibradas e resilientes.

Creio que todos queremos o mesmo para melhorar a vida dos nossos filhos. Com anos de experiência como professora e psicoterapeuta, é natural que me interesse pela importância de brincar. Fui professora durante dez anos, e oito dos quais directora de uma turma maravilhosa. O que aprendi com os meus alunos ao acompanhar o seu desenvolvimento, desde crianças curiosas a adolescentes fortes e com entusiasmo pela vida, é uma experiência que sempre guardarei com carinho. Por outras palavras, como mãe e profissional já passei por isso e sei o que é preciso pa

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